Explicação da sinopse e do final de ‘Vigil’

Televisão

Segue a detetive-chefe inspetora Amy Silva, do serviço de polícia escocês, investigando uma morte a bordo do submarino HMS Vigil.

Fonte da imagem: BBC

Vigília é uma minissérie de televisão processual da polícia britânica na BBC One. A série de seis partes foi criada por Tom Edge e produzida pela World Productions. É estrelado por Suranne Jones, Rose Leslie, Shaun Evans, Paterson Joseph e Martin Compston.



Segue a detetive-chefe inspetora Amy Silva (Jones), do Serviço de Polícia Escocês, que é enviada ao HMS Vigil, um submarino de mísseis balísticos movido a energia nuclear da classe Vanguard, para investigar uma morte a bordo. Suas investigações e as de seus colegas em terra revelam uma conspiração que coloca a polícia em conflito com a Marinha Real e o MI5, o Serviço de Segurança Britânico.



O show atraiu mais atenção do que o esperado, com o final do show sendo visto por uma audiência média noturna de 7,1 milhões de telespectadores. Mesmo que a segunda temporada ainda não tenha sido anunciada, existe a expectativa de que ela seja renovada. Até então, aqui está uma olhada no que foi a primeira temporada, incluindo spoilers.

' Vigília ' Sinopse e final explicado

A história começa primeiro com o misterioso desaparecimento de uma traineira de pesca escocesa, a Mhairi Finnea. A rede da traineira fica presa a um submarino não identificado e essa atividade incomum é captada pelo submarino HMS Vigil, que está próximo. O operador de sonar do Vigil, Craig Burke (Compston), pede a seu capitão, comandante Neil Newsome (Joseph), para ajudar a tripulação da traineira. Mas o capitão se recusa a fazê-lo, pois pode revelar sua posição. Quando Burke discute, ele é enviado para seu beliche, onde logo é encontrado morto.



Este assunto é levado ao conhecimento do detetive superintendente Colin Robertson (Gary Lewis) e da DCI Amy Silva, que é solicitada a conduzir uma investigação formal. Eles são informados de que Burke teve uma overdose de heroína. Mas Silva descobre por meio de sua investigação que isso não era verdade e que a droga foi esfregada em suas narinas e ele foi envenenado com um agente nervoso como o sarin. É então descoberto que o agente nervoso foi misturado na comida de Burke pelo chef do Vigil, Jackie Hamilton. Mas Silva acredita que ela provavelmente foi ameaçada e fez um acordo com o verdadeiro culpado para ajudar seu filho que estava na prisão.

Quem matou Burke e por quê?

Especula-se que a morte de Burke esteja relacionada aos incidentes em US Port Havers, Flórida, onde submarinos movidos a energia nuclear como o Vigil vão para manutenção. Durante a manutenção de rotina, por erro de um mecânico júnior, ocorreu um acidente que acabou matando dois empreiteiros locais na sala de turbinas. Este acidente foi encoberto pela Marinha britânica e americana. Burke também parece ter descoberto esse encobrimento da marinha e estava prestes a revelar tudo isso em um vídeo gravado. Essas evidências foram encontradas e corroboradas pelo sargento-detetive júnior de Silva, Kirsten Longacre (Leslie.)



A namorada de Burke, Jade Antoniak, também foi encontrada morta, mas sua morte parece ter sido coincidência, mesmo depois que Longacre descobriu que ela recebia renda mensal do MP Patrick Cruden, que era contra as ogivas nucleares britânicas. Ele explica que Jade era apenas sua filha ilegítima e não tinha nada a ver com mais nada. Mas uma investigação mais aprofundada mostra que Jade realmente tinha uma foto do traidor no encontro de Vigil com Piter Vasiliev, que era um oficial da inteligência russa. Se a foto vazasse, teria exposto agentes russos, e foi por isso que Jade também foi morta.

Descobriu-se que a imagem foi clicada pelo agente russo a bordo do Vigil, o substituto de Burke que até voou com Silva, o operador de sonar Mathew Doward. Ele é preso e revela que Piter pediu a Burke para sabotar o navio, mas como ele se tornaria um denunciante, foi morto. Acabou sendo um mero golpe de relações públicas para deteriorar a imagem dos submarinos da classe Vanguard que teriam influenciado o parlamento a descartar os Tridents, para suavizar a defesa nuclear da Grã-Bretanha.

No final, a infiltração russa no Vigil também é encoberta para garantir que a Marinha Real não seja mal vista aos olhos do público.