O que é

O que é

Programa que promove a cidadania ativa e solidária, assente na promoção dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas.

Ferramenta agregadora dos projetos solidários da escola/agrupamento, rumo à melhoria de performances e impacto.

Mobilizamos professores e alunos a contribuírem, de forma integrada e construtiva, para a melhoria de situações concretas das suas comunidades, tornando-se assim agentes de mudança positiva.

Promovemos a partilha das boas práticas e o trabalho em rede, amplificando e celebrando o contributo alcançado.

 

 

A quem se destina? 

A todas as escolas nacionais do 2.º Ciclo ao Secundário e Profissional, públicas ou privadas, lança-se o desafio de serem motor de arranque de intervenção solidária.
Aos verdadeiros players no terreno, governamentais e não-governamentais, revelados pelas necessidades reais.
A quem quer agir em cooperação solidária rumo ao desenvolvimento sustentável, desde a escala local à global.

 

Como se realiza?

Alunos e professores identificam necessidades reais nas suas comunidades, avaliam respostas possíveis e desenham planos de ação que desenvolvem ao longo do ano letivo.
Este é um trabalho que começa na escola mas que tem potencial para contagiar toda a comunidade envolvente, desde encarregados de educação a instituições sociais.

 

Fazendo parte da Rede Escolas Solidárias. Partilhando o que se faz na Agenda Global em Ação.

Querendo fazer melhor. Adaptando a metodologia pedagógica que este programa oferece e acompanha ao longo do ano letivo.
Revelando o impacto.
Celebrando juntos e sendo exemplo de Distinção.
Querendo continuar a fazer parte.

 

Porquê intervir?

Todos nós temos um papel importante a desempenhar na construção de um futuro mais solidário e sustentável. Nas nossas comunidades podemos ajudar a minimizar alguns dos grandes desafios globais que o planeta enfrenta:

  • Pobreza e a fome;
  • Desemprego / sustentabilidade económica;
  • Educação / literacia;
  • Saúde;
  • População sénior;
  • Conviver com a diferença;
  • Sustentabilidade ambiental;
  • Apoiar o desenvolvimento humano noutras regiões do mundo.

     

 

Benefícios para as escolas:

  • Oferecer aos alunos uma formação integral;
  • Criar elos mais fortes com a comunidade alargada;
  • Interagir e envolver famílias e encarregados de educação;
  • Alavancar um processo que favorece o sucesso escolar e o bem-estar global;
  • Criar uma cultura de solidariedade na escola;
  • Fazer parte de uma rede solidária de âmbito nacional;
  • Ser um modelo de boas práticas.

     

 

O papel dos professores:

  • Sensibilizar a Direção escolar, os alunos, os auxiliares e os encarregados de educação a participar neste programa que revela a Escola Solidária que todos juntos são;
  • Promover a participação dos alunos, formar equipas e ajudar a desenvolver um projeto fundamentado, criando condições para a sua continuidade nos próximos anos letivos;
  • Fazer parcerias na comunidade, com instituições sociais, empresas, órgãos de comunicação, etc.

 

Faça parte, partilhando

Faça parte, partilhando

É muito simples fazer parte desta plataforma de mudança: basta inscrever-se e partilhar o que a sua escola faz, ou planeia fazer, na Agenda Global de Ação. À primeira partilha, é reconhecida como Escola Solidária, passando de imediato a integrar a nossa Rede.

As instituições de apoio social são convidadas a alimentar esta Agenda via formulário próprio. Podem assim dar-se a conhecer, divulgar as suas ações, estimular intercâmbios e encontrar parceiros.
 

Como fazer melhor?

Como fazer melhor?

 

Conhecendo a realidade

Para agir é preciso conhecer. O Levantamento da Situação é a primeira fase da metodologia Escolas Solidárias (de adoção facultativa, mas recomendada). É hora de sair para o terreno e identificar os problemas existentes na área geográfica da escola.

Com esta aprendizagem in loco – em que devem desde logo participar os alunos envolvidos no programa, mesmo que não estejam ainda criadas as equipas – ganha-se motivação e favorece-se a incubação de soluções ajustadas à realidade observada. Uma sugestão: recrutar mais professores é importante...

Cumprido o Levantamento, confirmam-se as prioridades das áreas de intervenção (das oito consideradas pelo programa).

Na nossa plataforma online, em área reservada, fica um legado de informação, atualizada e dinâmica, da realidade da escola. Cria-se a base para um bom plano… É tempo de pensar… copiar… inovar!

Uma sugestão: comece por inventariar os projetos que a sua escola tem vindo a abraçar. Pelo seu alcance e conceito, o Escolas Solidárias pretende, além de estimular a inovação, ajudar a gerir as distintas iniciativas já existentes de caráter humanitário, cívico e voluntário (por ex. Eco-escolas, Eletrão, Rios, Nariz vermelho, Tampinhas, Papel por Alimentos, …).

Uma certeza: o nosso Gabinete de Comunicação está sempre disponível para esclarecer quaisquer dúvidas, sendo que o acompanhamento na plataforma online decorre em permanência. Poderá também obter apoio, nosso e dos seus pares, neste site e nas redes sociais.

Uma recomendação: esta fase deve ser cumprida até meados de novembro.
Bom recrutamento! Contagie a escola com o seu empenho e a energia dos alunos! Defina com eles as áreas que merecem intervenção e forme a(s) equipa(s) necessária(s).

 

Cruzando as suas ações com as suas reais necessidades

Qualquer plano de ação (pessoal, institucional ou outro) pede verificação regular – só assim é possível realizar os ajustes necessários, manter o rumo e alcançar os objetivos desejados. Relacionar, conferir e aferir são verbos que deverão conjugar-se ao longo do desenvolvimento da sua intervenção enquanto Escola Solidária.

Faça um quadro que cruze as ações que vão sendo desenvolvidas com as áreas consideradas prioritárias (conforme o levantamento realizado no terreno) para avaliar se a intervenção está no rumo do impacto eficaz.

 

 

 

Organizando equipa(s)

O programa vive do poder criativo e realizador de equipas (alunos e professores), uma ou várias por escola.

Cada ação deverá ser afeta a uma equipa, ou mais conforme a realidade.

A criação da equipa dá acesso a um espaço próprio na plataforma Escolas Solidárias. Crie a sua equipa!

O professor coordenador gere o acesso dos alunos ao espaço de cada equipa, para que todos participem de forma ativa e responsável no compromisso do seu projeto.

A partir daqui, junta-se à vontade a criatividade. Imprimir uma atitude positiva e proativa no grupo, com incentivo à partilha de ideias, é o que se recomenda. Balançando o entusiasmo dos alunos com uma dose q.b. de pragmatismo, e uma vez formada(s) a(s) equipa(s), há que aferir os recursos da escola e da comunidade, acertar agulhas e gerir a intervenção.

Agora que os dados estão lançados, temos uma certeza: a experiência será marcante para quem é ajudado, quem ajuda e quem observa. Quem aprende também ensina.

Recomenda-se começar pela elaboração de um plano ao nível das ideias, que esteja estabilizado até meados de dezembro para que as principais ações no terreno sejam implementadas até meados de abril. É comum muitas delas continuarem até ao final das aulas ou durante as férias; todas irão constar do seu projeto, enriquecer o nosso programa.

Sabendo o que já se faz, e quem faz

Inspire os outros, procure inspiração. Otimize o seu plano de intervenção, economize esforços e amplifique as suas ações sabendo o que já se faz, onde e quem faz. Encontre pontes de intercâmbio, reconheça sintonias e parcerias. Replique práticas que se coadunam com a sua realidade e inove socialmente. Esteja a par do que acontece. Nós temos como ajudar; aproveite os nossos recursos:

Todas as sugestões das escolas alimentam o Banco de Ideias Solidárias, onde os participantes podem reconhecer situações/problemas semelhantes, descobrir soluções, encontrar projetos “fora da caixa”. Equipas Solidárias, visitem, sugiram e usem – é de todos, para todos!
Alimentado também por instituições que se associam ao programa ou por cidadãos interessados, visitantes do nosso website, este Banco permite a pesquisa por Áreas de Intervenção.
VISITE O BANCO DE IDEIAS SOLIDÁRIAS

É bom saber onde estão as outras Escolas Solidárias e que demais instituições participam no programa. A nossa Rede é a porta aberta à comunicação, à entreajuda e ao desenvolvimento de parcerias. E é a certeza de que, na cruzada solidária, estamos bem acompanhados.
VISITE A REDE ESCOLAS SOLIDÁRIAS

Todos alimentam a Agenda Global de Ação, um espaço de simbiose. É aqui que pode partilhar com um público alargado o que está ou vai fazer; é também aqui que fica a par do que outras escolas ou instituições estão a realizar.
VISITE A AGENDA GLOBAL DE AÇÃO

 

Fazendo parcerias

Ao participar neste programa está a integrar uma rede nacional de Escolas Solidárias que envolve também instituições de vária natureza (governamentais ou não-governamentais, públicas ou privadas, IPSS, …). Potencie a sua participação neste ecossistema. Além do reconhecimento entre pares, desenvolva parcerias que podem levar a sua intervenção mais longe.

Porque este programa se pauta pela absoluta autonomia de ação, procure também outros eventuais parceiros, contagie novas entidades e instituições. Afinal, estamos todos ligados.

VISITE A REDE ESCOLAS SOLIDÁRIAS

 

Amplificando o que se vai fazendo

Inspirar a comunidade de proximidade, depois o país e o mundo, criando um efeito dominó que leva à mudança de atitudes e paradigmas, é um dos objetivos do Escolas Solidárias – e seu também. O que (se) faz bem merece ser amplificado: primeiro, porque importa sensibilizar mais gente, se possível ter repercussões para além da ação; segundo, porque o reconhecimento é merecido e altamente motivador.

Na plataforma exclusiva aos participantes ajudamos a identificar potenciais meios de amplificação.

Que impacto?

Que Impacto?

Um dos objetivos do Escolas Solidárias é dar às equipas a oportunidade de aprenderem a fazer um projeto de A a Z, avaliando o seu impacto, traçando notas de melhoria e adquirindo o hábito e o compromisso de informar sobre o trabalho realizado.
Porque é sempre possível fazer melhor, ter maior impacto, o nosso programa aplica uma metodologia de trabalho que imprime qualidade e sustentabilidade à agenda de cada Escola Solidária. Em causa está um processo facultativo, mas que faz a diferença…

 

Para melhorar é importante registar

A plataforma Escolas Solidárias está concebida para agilizar a avaliação do impacto da sua intervenção. Cada coordenador/escola participante tem o seu próprio espaço online de inserção de dados e desenvolvimento de projeto.

O processo começa com o Levantamento de situação, passando para a criação das equipas. Os dados fornecidos nestes formulários facilitam a elaboração do Relatório Global da Escola, um documento online que é editado pelos coordenadores de projeto. 
À medida que vão sendo inseridas informações de projeto de cada equipa da escola, existem algumas informações restritas para a equipa dos professores coordenadores responderem. Em caso de participação em Agrupamento, existe um Relatório Global de Agrupamento que representa o impacto das escolas todas.

O cumprimento desta metodologia é importante para a escola obter um nível de Qualificação e mais ainda de Distinção. Por isso vamos recomendando a sua utilização no percurso do ano letivo. Cada escola ao seu ritmo, com os seus recursos, o seu ADN.

A base obrigatória, e mínima, para a Qualificação na edição é apenas o Relatório Global de Escola, ou de Agrupamento se for o caso de todas as escolas do 2º ciclo ao secundário estiverem inscritas.

Celebração e Distinção

Celebração e Distinção

As equipas trabalharam bem, as escolas fizeram a diferença. No Encontro Nacional Escolas Solidárias, reconhecem-se os protagonistas deste movimento de cidadania ativa e celebra-se mais uma edição do programa.
O Escolas Solidárias não tem caráter competitivo, mas quer elevar quem teve uma performance exemplar. Nesta festa anual, e com o intuito de estimular práticas transformadoras, são atribuídos vários graus de distinção e reconhecimento às escolas.

Graus de distinção e reconhecimento
São “Qualificadas” as Escolas Solidárias que submetem, dentro do prazo, o seu Relatório Global de Impacto da Escola, ou de Agrupamento se for o caso.
Esta é a forma de reconhecermos as instituições e equipas que aplicaram a nossa metodologia e apresentaram, assim, os passos e as evidências das suas intervenções.
Todas as Escolas Qualificadas são candidatas a vários níveis de distinção, atribuídos no nosso Encontro Nacional:
Revelação – escolas que participam pela primeira vez e trazem novidade ao Escolas Solidárias Fundação EDP (até 10 escolas).
Distinção – grau anual reservado a escolas que tenham um desempenho de qualidade superior e distintivo (até 20 escolas).
Super Escola Solidária  – grau anual atribuído às escolas que reúnam em simultâneo os atributos: ter, no mínimo, três inscrições no Escolas Solidárias; ter 70% de grau “distinções” (incluindo Revelação) no seu historial de participação; demonstrar elevada performance e uma postura de inovação/melhoria contínua (avaliação feita pelo júri).
Calendário Escolas Solidárias

 

Comissão de Júri do Escolas Solidárias Fundação EDP

É composta por elementos de diversas áreas e representantes de algumas das principais instituições de solidariedade do país, fará a análise dos projetos à luz de parâmetros que incluem a relevância do impacto, a inovação, a criatividade, o rigor, a exequibilidade, a sustentabilidade, etc. A realidade de cada escola é tida em conta, com cada projeto a ser apreciado nos contextos e condicionantes próprios, internos e externos.

 

Os critérios-base que norteiam a seleção das escolas a distinguir

  • obtenção dos resultados propostos;
  • previsão de continuidade;
  • e outros como:
    • preenchimento dos dados na plataforma Escolas Solidárias, envio das evidências e qualidade dos seus conteúdos (descrição, quantificação, etc.);
    • participação dos alunos ao longo de todas as fases do programa;
    • integração/atualização dos projetos habituais da escola;
    • inovação e valor acrescentado das ações de intervenção;
    • participação no Banco de Ideias Solidárias;
    • otimização dos recursos internos;
    • nível de rede de cooperação criada na proximidade;
    • pontes internacionais;
    • esforço de amplificação/comunicação da intervenção (dentro da comunidade escolar e para o exterior, com a comunicação social);
    • relacionamento com a plataforma de comunicação do Escolas Solidárias Fundação EDP;
    • quantidade de equipas;
    • temas trabalhados;
    • locais trabalhados;
    • anexos (fotos/filmes, apresentação global);
    • n.º de alunos e professores envolvidos vs n.º de beneficiados;
    • n.º de horas voluntariado;
    • historial da escola no Escolas Solidárias Fundação EDP, etc.

 

Gostamos de reconhecer quem faz bem!

Os currículos, pessoais e institucionais, estão cada vez mais exigentes e as experiências de solidariedade e voluntariado são cada vez mais valorizadas. Este programa tem diversas formas de certificação e reconhecimento, tais como:

 

Diplomas

Para todas as escolas, professores e alunos envolvidos nos projetos de intervenção solidária que forem Qualificadas, com menção do respetivo grau atingido.

 

E mais…
Reconhecimento mediático.
Entrega de uma T-shirt a todos os participantes no Encontro Escolas Solidárias.
Arquivo online no Banco de Ideias Solidárias, resumo do projeto, e integração no mapa da Rede Escolas Solidárias.
Ofertas especiais.

Veja na galeria as imagens do trabalho no terreno ao longo do ano letivo até ao Encontro Nacional Escolas Solidárias.
Sinta a energia solidária!

Vamos continuar!

Vamos continuar!

A solidariedade não tem prazo limitado e a educação para a cidadania ativa é um processo de continuidade.

Ao manter o programa na sua escola nos próximos anos letivos, está a injetar energia a uma cadeia de comunidades ativas que, juntas, fazem a diferença no país e no mundo.

Contamos consigo.

Demonstre já o seu interesse para a próxima edição Escolas Solidárias Fundação EDP. 
 

VAMOS CONTINUAR

 

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